Plano de Gestão de Resíduos Hospitalares e de Saúde para Unidades de Saúde em Angola
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Resumo
Estudos demonstram que a produção de resíduos hospitalares e de serviços de saúde faz parte da evolução humana e é inevitável. Com o crescimento económico e populacional, e devido à falta de saneamento básico, a sua produção e consequências aumentam. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a situação atual quanto à produção e destino final desses resíduos e propor um plano de gestão para preservar o meio ambiente e a saúde pública, visando a sua generalização em todo o país. Para compreender a situação atual, foi realizado um estudo de caracterização de resíduos no Hospital Provincial do Uíge, contabilizando 628.17 kg de resíduos sólidos equivalentes a resíduos urbanos e 351.8 kg de resíduos de serviços de saúde em uma semana. Durante este período, foram atendidos 1643 pacientes, com 1443 consultas e 1105 internamentos. Estes dados permitiram determinar o índice de geração de resíduos por cama em 0.89 kg/cama; 0.57 kg/paciente atendido e 0.68 kg/consulta de paciente. Contudo, conclui-se que apenas uma percentagem muito pequena de resíduos hospitalares tem o mesmo destino que os resíduos domésticos, sendo a maioria queimada a céu aberto. Além disso, com base nos dados do Censo de 2014, foi possível contabilizar 162 incineradoras ainda por construir, uma por município, a um custo total de US$13,070,484. Os custos foram contabilizados em dólares americanos devido ao desequilíbrio do Kwanza.
Este estudo constitui um contributo prático para o estabelecimento de um plano de gestão de resíduos hospitalares.
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